Amamentação: proteção e nutrição física e emocional.

Eu poderia ter desistido…

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Desde o início foi muita luta e perseverança para amamentar minha pequena.

 

de todos os obstáculos, seguimos assim à oito meses, juntas, nutrindo uma a outra, eu com meu amor, colo, leite, cheiro. Ela com seu amor e entrega.

 

Me perguntam até quando seguirei assim, porque não desisti já que complemento, para que tanto trabalho. A resposta é: seguiremos até quando quisermos e é assim porque amamos nosso momento juntas.
Agradeço imensamente duas pessoas essenciais para esse processo: Eber Prado, meu companheiro de vida e de luta, que sempre me apoia em todas as decisões, mesmo que pareçam malucas, e a excelente profissional consultora em amamentação fonoaudióloga Cristiane Gomes.
Se pudesse voltar no tempo, faria o mesmo pelo Cauê.
Acho fundamental destacar que amamentar não é simplesmente um ato de amor. Mães que não amamentam, independente do motivo, também amam e fazem o seu melhor para
os pequenos.

 

Para amamentar é preciso muito mais que amor, requer persistência, tranquilidade, uma rede de apoio fortalecida, aceitação, abertura e acima de tudo: desejo.
Que todas as mulheres possam viver sua maternidade como lhe couber, com ou sem peito, mas com todo o respeito do mundo. A escolha é sempre da mulher!
E assim seguimos por aqui…

 

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Renata Santana - Londrina PR julho 23, 2016

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