Amamentação: proteção e nutrição física e emocional.

Conheça alguns dos prejuízos do leite artificial…

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Geralmente ouvimos e lemos sobre os benefícios do leite materno. Os pesquisadores se debruçam na tarefa de provar que o leite humano é o melhor para o bebê humano, tentam descobrir cada vez mais nutrientes, vantagens, fatores de proteção e prevenção de doenças para mãe e bebê, como se fosse necessário provar que o leite produzido por uma mãe é melhor para o seu filho. Isso não parece óbvio?

 

Infelizmente a indústria tem agido com pressão para com a natureza; sempre tentam convencer os familiares e profissionais de saúde que o leite produzido é melhor ou parecido com o leite materno, no entanto, isso não faz nenhum sentido. Quando foi que nos afastamos do que é natural, próprio do ser humano, produzido para garantir a atenção a suas necessidades para acreditarmos que um leite produzido por outro animal, com grandes e reais riscos de contaminação e imensos efeitos negativos na saúde do bebê e das gerações anteriores/posteriores poderia ser melhor do que o leite materno?

 

Claro que o marketing da indústria faz isso com maestria. Enormes quantidades de dinheiro são investidos em propagandas para fazer com que todos acreditem nessa mentira infame. Na verdade, há uma tendência para que comecemos a falar e estudar mais sobre os riscos do leite artificial, pois este sim precisa de comprovação de qualidade, não o leite materno. É o leite materno que é natural, benéfico, perfeito, que nos torna humanos normais. Os riscos estão com o leite artificial!

 

Quando digo que é o leite humano que nos torna humanos normais, o que quero deixar claro é que o leite materno é completamente adaptado ao ser humano, com todos os nutrientes em qualidade e quantidade adequados, fatores de proteção, contato materno (que também é fonte de proteção imunológica), entre outras vantagens que não vou me alongar, exatamente porque não é o leite materno que precisa de defesa. Na verdade, é o leite artificial que é produzido a partir de um leite animal ou vegetal, passa por todo um processo arriscado de contaminação, desde agrotóxicos, processo de ordenha e pasteurização, contaminantes, antibióticos, herbicidas, desinfetantes, ração animal, hormônios, etc. É o leite artificial que leva a mudanças significativas no microbioma humano, fazendo com que nós, desde gerações passadas, estejamos nos tornando uma população doente e alérgica.

 

O contato com o leite artificial que nossos avós ingeriram tem efeitos duradouros em nossos pais, em nós e nos nossos filhos, sempre piorando a situação a cada nova geração. Uma mulher que não era alérgica e ingeriu esse leite, passa um microbioma alterado para seus filhos, que tem grande potencial de se tornarem levemente alérgicos. Passam isso para seu filhos, que podem passar a ser alérgicos, até chegarem em seus filhos, que serão gravemente alérgicos. Não é isso que temos visto na atualidade?

 

O mais cruel disso tudo é que querem nos fazer acreditar que tudo isso é culpa da mãe, que não se alimenta bem, que não faz exercício, que é obesa, que não se preocupa com a saúde do seu filho. Claro que a mudança de hábitos de vida podem melhorar a microbioma, mas a culpa não é dos pais! A culpa é dessa indústria que produz um leite sem qualidade, se comparado ao leite humano. Claro que os bebês vão sobreviver e se desenvolver, mas a que custo? Aumento do risco de diabetes, problemas hepáticos, alergias, obesidade?

 

Por exemplo, a questão das cólicas, assunto angustiante para a família, muito provavelmente é resultante de contato precoce com leites artificiais ou mesmo resultado da ingestão de leite artificial por parte da mãe desse bebê, no passado. Isso mesmo, são os efeitos epigenéticos, que a própria indústria reconhece, mas não leva em conta no momento da venda.

 

É importante que a comunidade saiba que somente o leite materno proporciona a microbiota adequada. O leite artificial coloniza o intestino do bebê com bactérias patogênicas, gerando doenças e efeitos negativos de toda ordem, gerando o que é chamado de disbiose.

 

Para evitar que os efeitos maléficos se prolonguem, a saída é amamentar exclusivamente por 6 meses e de forma continuada com outros alimentos saudáveis até 2 anos ou mais, ter contato com o bebê, realizar cama compartilhada ou permitir que o bebê durma no quarto dos pais, ter apoio profissional qualificado no pós-parto e buscar conhecimento atualizado.

 

 

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